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Crise na saúde terceirizada da Bahia atinge médicos e ameaça atendimento

27 de abril de 2026

Médicos da Maternidade Professor José Maria de Magalhães Netto, uma das principais unidades públicas de referência em gestação de alto risco na Bahia, denunciam atrasos salariais e insegurança contratual em meio à crise da terceirização da saúde no estado.

Profissionais relatam pagamentos pendentes e falta de definição sobre quem assumirá a gestão da unidade. Mesmo assim, seguem nos plantões para evitar prejuízo no atendimento a gestantes, recém-nascidos e famílias que dependem do serviço público.

Em conversa com o jornalista Daniel Silva, a secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, afirmou que há retenção de recursos para pagamento de passivo trabalhista, disse que o Estado estaria em dia com os repasses e informou que a atual gestora, o Instituto de Gestão e Humanização, teria sido suspensa da administração da unidade, com nova licitação em andamento.

Na prática, o impasse cria um limbo: médicos continuam trabalhando, pacientes continuam chegando, mas muitos profissionais seguem sem saber quando vão receber pelos serviços já prestados.

A Maternidade Magalhães Netto tem papel estratégico na rede estadual de saúde. Qualquer instabilidade impacta diretamente o atendimento materno-infantil de Salvador e de municípios do interior.

E o problema, segundo relatos de profissionais, não se restringe à capital. Situações semelhantes também são apontadas em outras unidades da Bahia, inclusive no interior do estado, sob gestão de entidades terceirizadas como a Fundação José Silveira.

Especialistas lembram que terceirizar a gestão hospitalar não retira do poder público a obrigação de fiscalizar contratos e garantir que trabalhadores recebam em dia.

Quando salário atrasa, toda a cadeia sofre: médicos deixam escalas, equipes ficam desfalcadas e a população sente o reflexo na ponta.

A crise expõe uma pergunta incômoda: quantas unidades de saúde seguem funcionando graças ao esforço de profissionais que continuam atendendo mesmo sem receber regularmente?

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