Investigação aponta que PM preso por morte de advogada atuava em igreja evangélica
As investigações sobre o assassinato da advogada Cláudia Félix de Oliveira, de 51 anos, em Itororó, revelaram que o policial militar preso durante a Operação Vendetta era integrante de uma igreja evangélica em Dias d’Ávila, onde exercia a função de levita no ministério de louvor.
Antes de ingressar na Polícia Militar da Bahia, o suspeito também atuou como conselheiro tutelar no município. Nas redes sociais, costumava compartilhar mensagens religiosas e referências à fé cristã.
O policial foi preso temporariamente por suspeita de participação no homicídio da advogada, morta a tiros dentro da própria residência no dia 25 de julho. Um monitor de ressocialização também foi detido durante a operação.
De acordo com a Polícia Civil, os investigados teriam saído de Dias d’Ávila em direção a Itororó na véspera do crime. A suspeita é de que o grupo tenha monitorado a rotina da vítima antes da execução.
Em depoimento, os dois presos negaram participação nos disparos e afirmaram que estiveram no local apenas para realizar uma cobrança financeira. A versão apresentada será confrontada com os demais elementos reunidos durante a investigação.
A Polícia Civil ressaltou que não existe qualquer indício de envolvimento da igreja ou de integrantes da instituição religiosa no crime.