Sem candidato ao governo, bolsonarismo baiano deve lançar João Roma ao Senado em 2026
A Bahia, considerado o principal reduto petista do país, não deve ter um candidato bolsonarista competitivo ao governo em 2026. A avaliação ganha força após a prisão preventiva e o possível cumprimento de pena por golpe de Estado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Segundo apuração do Portal A Tarde, João Roma, ex-ministro da Cidadania e presidente do PL baiano, não deve repetir a candidatura ao governo, como fez em 2022, quando serviu de principal palanque para Bolsonaro no quarto maior colégio eleitoral do Brasil. Agora, a estratégia seria disputar uma vaga ao Senado, integrando a chapa de oposição liderada por ACM Neto, do União Brasil.
Nas eleições de 2022, Roma ficou em terceiro lugar, com pouco mais de 738 mil votos, enquanto a candidata ao Senado da chapa, Dra. Raíssa Soares, passou de 1 milhão de votos. Bolsonaro, por sua vez, alcançou mais de 2 milhões de votos no estado.
Inelegível e condenado, o ex-presidente não poderá disputar cargos em 2026. As projeções indicam que Bolsonaro só poderá voltar às urnas em 2060.