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Pesquisa revela: 7 em cada 10 mulheres nas 10 maiores capitais brasileiras já sofreram assédio sexual

8 de março de 2025

Em Salvador, 7 em cada 10 mulheres já sofreram algum tipo de assédio sexual, segundo a pesquisa ‘Viver na Cidade: Mulheres’, do Instituto Cidades Sustentáveis, em parceria com o Ipec. O estudo revela que 74% das mulheres nas 10 maiores capitais brasileiras foram vítimas de assédio, com destaque para Porto Alegre (79%) e Recife (77%). Em Salvador, 73% das entrevistadas relataram incidentes de assédio, principalmente em ruas e espaços públicos, como praças e parques (57%).

A estudante de psicologia, Heloisa Mabile, de 22 anos, compartilha sua experiência: “Fui assediada por um homem em um prédio perto de casa, algo que me marcou muito, pois acontecia no caminho que sempre faço”. Situações como essa, que geram insegurança e vulnerabilidade, são comuns. “Na rua, não sabemos quem está ao nosso redor, e nos sentimos muito expostas”, afirma Heloisa.

A pesquisa também destaca outros locais de maior incidência de assédio, como o transporte público (51%), ambientes de trabalho (39%), e em bares e casas noturnas (24%). A acadêmica Renata da Silva, 40, reforça que evita certos lugares e só sai acompanhada para minimizar o risco de assédio: “Chegava em bares e sentia que os homens me viam como um objeto, isso cria uma sensação imensa de insegurança”.

O sociólogo Igor Pantoja aponta que o espaço público facilita o anonimato do agressor, dificultando a denúncia imediata. Para combater esse cenário, 54% das entrevistadas sugerem o aumento das penas para agressores, 49% defendem mais serviços de proteção, e 40% querem investigações mais rápidas.

A Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres adota medidas como a Patrulha Guardiã Maria da Penha e o Núcleo de Enfrentamento ao Feminicídio, além de oferecer canais de denúncia, como o Centro de Atendimento à Mulher Soteropolitana Irmã Dulce (CAMSID) e o Ligue 180, central de apoio à mulher.

A pesquisa foi realizada com 3.500 mulheres nas 10 maiores capitais, com controle por sexo, idade, classe social e ocupação.

Tags:

assédio sexualBrasilcapitaismulherespesquisa

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